Falha de memória?
Hoje estava passando para o Outlook os telefones do meu celular que foi roubado. Recuperei o celular ou o chip? Não, só que uma semana antes do assalto, deu na telha em anotar no meu caderno os telefones que estavam nele. Que sorte! Mas voltando ao raciocínio, estava lembrando da época em que não precisávamos de agendas eletrônicas ou celular para lembrarmos dos números de telefone, tudo bem eram bem menos números, pois eram só os números de telefone da casa ou escritório, hoje além desses temos o número do celular do João, Maria, José, e assim vai.
Hoje limitamos a nossa memória do nosso cérebro a armazenar poucos números de telefone, da nossa casa e do trabalho, do namorado? Bom, se isso for motivo de termino de namoro, acho que estou com problemas. As vezes gravamos por alguns segundos um número, usamos aquela memória de peixe de 6 segundos, para logo após anotarmos no celular, esquecer de vez.
Me fiz uma pergunta: será que isso afeta nosso cérebro? Pois quando memorizamos algo, estamos exercitando nosso cérebro, ou não? Não sou nenhuma especialista, mas estou no meu direito de questionar.
Uma coisa notei, hoje não tento mais decorar números, por preguiça, ou por praticidade já que o celular faz isso por mim (pelo menos até não ser assaltada novamente), mas os números que decorei no passado ainda estão gravados, mesmo sem usa-los a muito tempo.
Armazenar os números no celular é muito prático, isso eu concordo, e acho que podemos usar esses neurônios para guardar outras coisas melhores





